Austrália e Nova Zelândia Completo (Regular Espanhol)

R$ 8.24

Descrição

Saída (s): Saídas fixas, conforme abaixo: 01/08; 08/08; 05/09; 19/09; 03/10; 31/10; 14/11; 02/01; 30/01; 06/03

Austrália e Nova Zelândia é uma combinação perfeita e inevitável, principalmente quando se cruza o oceano para chegar a esses destinos isolados do globo. Ambos os países fazem parte da Oceania juntamente com mais 12 países (em sua maioria pequenas ilhas espalhadas pelos Oceanos Índico e Pacífico) e são separados apenas pelo Mar da Tasmânia a uma distância de 2000km. A Austrália cobre uma área quase tão grande quanto o Brasil e tem paisagens diversas com praias, montanhas, desertos, florestas e grandes cidades. Já a massa terrestre da Nova Zelândia não é de grandes proporções, mas a intensidade de sua beleza natural compensa qualquer extensão de área territorial. Devido ao seu isolamento geográfico, a Nova Zelândia desenvolveu fauna e flora características com espécies endêmicas, como o pássaro kiwi, ameaçado de extinção. Em termos de fauna distinta, a Austrália não fica atrás com seus cangurus, coalas e ornitorrincos. Já a diferença de paisagens talvez seja o fator que complementa os 2 países. Enquanto na Austrália a atmosfera mais relaxada, a beleza de suas inúmeras praias e da Grande Barreira de Corais e os ícones arquitetônicos de Sydney são alguns dos pontos altos, na Nova Zelândia os mais belos glaciares, vulcões, fiordes e cadeias de montanhas tiram o fôlego de qualquer um. Os vinhos do novo mundo e a gastronomia contemporânea com produtos frescos e locais, são igualmente divinos nos dois países. É uma viagem intrigante, irresistível e surpreendente – não há nada igual!

 

 

Roteiro

Legenda para refeições: C – café da manhã / A – almoço / Lt – lanche de trilha / J – jantar

1º dia – SYDNEY – Pernoite em Sydney.
2º dia – SYDNEY (C,A) – City tour em Sydney e cruzeiro pela baía. Pernoite em Sydney.
3º dia – SYDNEY (C) – Pernoite em Sydney.
4º dia – SYDNEY / AYERS ROCK (ULURU) (C) – Passeio à Kata Tjuta e por do sol no Uluru. Pernoite em Ayers Rock.
5º dia – AYERS ROCK – ALICE SPRINGS (C) – Nascer do sol no Uluru, caminhada pela base do Uluru, visita ao Centro Cultural. Pernoite em Alice Springs.
6º dia – ALICE SPRINGS / CAIRNS (C) – Aula de arte aborígene, city tour em Alice Springs. Pernoite em Cairns.
7º dia – CAIRNS (C,A) – Cruzeiro pela Grande Barreira de Corais. Pernoite em Cairns.
8º dia – CAIRNS (C) – Passeio à Kuranda. Pernoite em Cairns.
9º dia – CAIRNS / AUCKLAND (C) – Pernoite em Auckland.
10º dia – AUCKLAND (C) – Visita ao Museu de Auckland, bairro de Parnell, Mission Bay, Viaduto de Auckland, Sky Tower e Parque Regional de Muriwai. Pernoite em Auckland.
11º dia – AUCKLAND – MATAMATA – ROTORUA (C,A,J) – Passeio pela Comarca de Hobbiton, Matamata, Te Puia e jantar típico Maori com apresentações. Pernoite em Rotorua.
12º dia – ROTORUA / CHRISTCHURCH – LAKE TEKAPO (C) – Visita à Waimangu, a uma fazenda de Canterbury Plains. Pernoite em Lake Tekapo.
13º dia – LAKE TEKAPO – WANAKA (C) – Visita ao Lake Tekapo, Mt Cook e MacKenzie Country. Pernoite em Wanaka.
14º dia – WANAKA – QUEENSTOWN (C) – Visita à “Bungy Bridge”, passeio por Queenstown com subida no teleférico até o Bob´s Peak. Pernoite em Queenstown.
15º dia – QUEENSTOWN – MILFORD SOUND – QUEENSTOWN (C,A) – Passeio de dia inteiro à Milford Sound. Pernoite em Queenstown.
16º dia – QUEENSTOWN (C) – Pernoite em Queenstown.
17º dia – QUEENSTOWN – FRANZ JOSEF (C) – Visita ao Glaciar Fox e ao Lago Matheson. Pernoite em Franz Josef.
18º dia – FRANZ JOSEF – GREYMOUTH – PUNAKAIKI (C) – Visita às Punakaiki Pancake Rocks. Pernoite em Punakaiki.
19º dia – PUNAKAIKI – KAIKOURA (C) – Visita a Hanmer Springs. Pernoite em Kaikoura.
20º dia – KAIKOURA – CHRISTCHURCH (C) – Passeio de barco para ver baleias. Pernoite em Christchurch.
21º dia – CHRISTCHURCH (C)

 

 

Roteiro Detalhado

1º dia – SYDNEY – Chegada em Sydney. Recepção e traslado para o hotel. À tarde, briefing de como será a viagem com uma bebida de boas vindas. Restante do dia livre e pernoite.

* Sydney: É a cidade mais populosa da Austrália e capital do estado de Nova Gales do Sul (New South Wales). Sydney é uma das mais multiculturais cidades do mundo, o que reflete o seu papel como um importante destino imigratório na Austrália. É conhecida pela Opera House e pela Harbour Bridge, além de suas praias. A área metropolitana é rodeada por parques nacionais, e contém muitas baías, rios e enseadas. A cidade já sediou importantes eventos esportivos, como os Jogos Olímpicos de Verão de 2000.

 

2º dia – SYDNEY (C,A) – Saída para passeio de meio dia, visitando “The Rocks” e a praia de Bondi. Vista panorâmica de Sydney em Dover Heights. Retorno à Sydney via Double Bay, Kings Cross e mirante Macquarie´s Chair. Em seguida, visita de 1 hora pela Opera House. Breve almoço na Opera House com vista para a baía e embarque em cruzeiro pela baía de Sydney. Desembarque no Circular Quay e restante do dia livre. Retorno ao hotel por conta e pernoite em Sydney.

* The Rocks: Assim como o lugar onde os europeus escolheram pisar em terra firme em 1788, The Rocks é essencialmente o local de nascimento da Sydney moderna. Ao longo dos mais de 200 anos, se transformou de um turbulento e áspero assentamento de presidiários, soldados, marinheiros e gangues de rua em um circuito próspero, moderno que ostenta uma grande variedade de acomodações lustrosas, atrações e descolados bares e restaurantes.

* Kings Cross: popularmente conhecida como “The Cross”, é um caldeirão de clubes de strip-tease com praticas típicas do mundo “underground”, mas ao mesmo tempo com bares descolados, excelentes restaurantes, hotéis chiques e albergues.

* Bondi: Popular entre os mochileiros, bilionários, surfistas e “sarados”, Bondi é uma das praias mais belas de Sydney. Um passeio pela esplanada à frente da praia faz com que você sinta o estilo de vida despreocupado e ensolarado. A praia de Bondi está a 30 minutos de transporte público do centro da cidade. A avenida principal, Campbell Parade, é movimentada e cheia de lojas de surf, souvenires, cafés, bares e pequenas casa de fish n´ chips (peixe com batatas fritas, comida tradicional). A Rua Hall tem várias marcas descoladas de moda e de designers, enquanto que a Rua Curlewis tem diversas galerias de arte. É possível, ainda, fazer trilhas para outras praias próximas.

* Opera House: Também conhecida como Teatro de Sydney, é uma das obras arquitetônicas mais expressivas e marcantes do mundo. A construção, projetada por Jørn Utzon, começou em 1959 e está localizada sobre a Baía de Sydney. Apesar de o arquiteto ter abandonado o projeto em 1966, o edifício foi inaugurado em 20 de outubro de 1973. A Ópera de Sydney tem cerca de 1000 divisões, incluindo cinco teatros, cinco estúdios de ensaio, dois auditórios, quatro restaurantes, seis bares e numerosas lojas de recordações.

* Harbour Bridge: A Ponte da Baía de Sydney, sobre a Baía de Sydney, liga o centro financeiro de Sydney (Central Business District) com a costa norte, residencial e comercial. Concluída em 1932, demorou 8 anos a ser construída. O comprimento total do tabuleiro principal é de 1149m. O arco que suporta o tabuleiro tem um comprimento de 503m e um peso de 39000 toneladas. O ponto mais alto do arco está 134m acima do nível do mar.

 

3º dia – SYDNEY (C) – Dia livre para atividades opcionais. Pernoite em Sydney.

OPCIONAIS
BLUE MOUNTAINS (A)
Saída bem cedo para passeio de dia inteiro às Blue Mountains para desfrutar de paisagens naturais subtropicais com cachoeiras e, principalmente, das formações rochosas das Três Irmãs (Three Sisters). Durante o percurso, visita ao Parque Featherdale Wildlife para conhecer a vida silvestre da Austrália como cangurus, coalas, wombats. Almoço no Gulf Club da vila de Blackheath. Visita a diversos mirantes para observar a paisagem. A última parada é no Jardim Botânico Mt Tomah para desfrutar da vista panorâmica de Sydney tomando uma taça de espumante ou suco de laranja antes de regressar à Sydney.
O tour é conduzido com guia-motorista em inglês e comentário simultâneo de guia bilíngue espanhol/italiano com fones de ouvido.
Saída às 07h00 e retorno entre 16h30 e 17h00.

BRIDGE CLIMB
É um passeio guiado de 3h30 até o topo da ponte Sydney Harbour Bridge, que está a 134m acima da baía. Do topo, a vista 360º de Sydney é maravilhosa, com a Opera House, a cidade, o porto e a baía e é até possível avistar o Parque Nacional de Blue Mountains. É possível fazer o passeio ao amanhecer, durante o dia, ao por do sol e à noite. Os valores variam de acordo com o período do dia.
Serviços somente em inglês.
Duração do passeio: 3h30 e é necessário se reportar (pelo menos 15 minutos antes do início) diretamente à base que fica na 3 Cumberland St, The Rocks. Usar sapatos confortáveis e, de preferência, com sola de borracha.

 

4º dia – SYDNEY / AYERS ROCK (ULURU) (C) – Em horário apropriado, traslado ao aeroporto para embarque com destino à Ayers Rock (Uluru). Chegada, recepção e saída para visita à Kata Tjuta até Walpa Gorge. Continuação ao Uluru para observar o por do sol. Pernoite em Ayers Rock.

* Kata Tjuta: também conhecida como The Olgas, é um grupo de grandes formações rochosas antigas a cerca de 40 quilômetros de Uluru. Juntas, essas formações rochosas gigantes compõem os dois principais marcos do Uluru-Kata Tjuta National Park. As 36 abóbadas que compõem Kata Tjuta estão distribuídas por uma área de mais de 20 quilômetros. O ponto mais alto é o Monte Olga, batizado em homenagem à Rainha Olga de Württemberg. Kata Tjuta é um termo da tribo aborígene Pitjantjatjara que significa “muitas cabeças”.

* Uluru: mais conhecido como Ayers Rock, nome dado por William Gosse em 1873 em homenagem a Sir Henry Ayers. Uluru é o nome aborígene e oficial deste que é um monólito com mais de 600 milhões de anos. Já esteve no fundo do oceano e hoje está a 863m acima do nível do mar. Um dos fatos mais intrigantes é que 2,5km de sua massa ainda estão debaixo da terra. O monólito tem 348m de altura, 3,6km de comprimento, 1,9km de largura e 9,4km ao redor da base.

 

5º dia – AYERS ROCK – ALICE SPRINGS (C) – Antes do nascer do sol, saída a pé até a entrada do Parque Nacional Uluru-Kata Tjuta para ver os primeiros raios do sol no Uluru. Em seguida, caminhada ao redor da base do Uluru. Traslado até a trilha Mutitjulu para ver artes rupestres aborígenes. Visita ao Centro Cultural de Uluru – Kata Tjuta para ver os artesanatos locais e para tomar café da manhã no Café Ininti. É possível fazer um sobrevoo de helicóptero de 15 minutos pelo Uluru (não incluso). À tarde, saída com destino à Alice Springs, viajando pelo deserto australiano. Durante o percurso é possível ver o Mt Conner e visitar uma fazenda de camelos. Pernoite em Alice Springs.

* Alice Springs: é a terceira maior cidade do Território Norte da Austrália. Popularmente chamada de “The Alice” ou simplesmente “Alice”, Alice Springs está situada no centro geográfico da Austrália, próxima à fronteira sul do Território Norte. O local é conhecido como Mparntwe para seus habitantes originais, os Arrernte, que viveram no deserto central da Austrália o que é hoje Alice Springs, por centenas de anos. “Alice”, na língua inglesa foi nomeada pelo pesquisador W. W. Mills em homenagem a Lady Alice Todd, esposa do Sir Charles Todd.

 

6º dia – ALICE SPRINGS / CAIRNS (C) – Após café da manhã, encontro com um famoso artista aborígene Kumalie que dará uma aula sobre simbologia da arte e pintura aborígenes. À tarde, passeio por Alice Springs incluindo a Old Telegraphstation (antiga estação de telégrafo), Royal Flying Doctors e Anzac Hill. Traslado ao aeroporto para embarque com destino à Cairns. Chegada, recepção e traslado ao hotel. Pernoite em Cairns.

* Old Telegraphstation: A histórica Estação de Telégrafos de Alice Springs marca o local do primeiro assentamento europeu. Estabelecida em 1872 para transmitir mensagens entre Darwin e Adelaide, é a estação de linha mais bem conservada das 12 Overland Telegraph. O município foi construído ao lado do que se acreditava ser uma reserva de água permanente, o Rio Todd (hoje seco). O nome da cidade foi dado em homenagem à esposa do então administrador dos correios da Australia do Sul, Sir Charles Todd.

* Royal Flying Doctors: Os RFDS começaram pelo sonho do Rev John Flynn, ministro da igreja presbiteriana. Sua visão era proporcionar um “manto de segurança” para as pessoas que viviam em áreas remotas dentro de uma área de 2 milhões de km². Em 15 de maio de 1928 seu sonho se tornou realidade com a abertura da Missão Australiana terrestre e aérea de serviço médico (mais tarde rebatizada como Royal Flying Doctor Service) em Cloncurry, Queensland e logo se espalhouy por todo o país.

* Anzac Hill: Local com vista 360º de Alice Springs. Um memorial foi construído em 1934 no topo do morro em memória a todos os que serviram na Primeira Guerra Mundial.

* Cairns: É um popular destino turístico pela sua proximidade a diversas atrações, principalmente a Grande Barreira de Corais. Possui clima tropical com chuvas escassas no inverno e verões chuvosos. A cidade deve o seu nome a William Wellington Cairns (antigo Governador de Queensland). Foi formada para servir os mineiros que iam em direção à mina de ouro do rio Hodgkinson. Depois, foi um importante porto para exportação de cana-de-açúcar, ouro, metais, minerais e produtos agrícolas da região.

 

7º dia – CAIRNS (C,A) – Passeio de dia inteiro pela Grande Barreira de Corais a bordo do cruzeiro “Ocean Freedom”. Navegação até Upolu Cay e “Wonder Wall”. Há opções de snorkel, passeio em barco com fundo de vidro, mergulho (não incluso). O almoço é servido a bordo. No final da tarde, retorno ao hotel e pernoite em Cairns.

* Grande Barreira de Corais: É uma imensa faixa de corais composta por cerca de 2900 recifes, 600 ilhas continentais e 300 atóis de coral, situada entre as praias do nordeste da Austrália e Papua-Nova Guiné, e possui 2.300 quilômetros de comprimento, com largura variando de 20 km a 240 km. É a maior estrutura do mundo feita unicamente por organismos vivos e foi eleita Patrimônio Mundial da Humanidade em 1981.

 

8º dia – CAIRNS (C) – Traslado até a estação de trem de Cairns para passeio de trem a Kuranda (34km, 1h30). Chegada e tempo para explorar as diversas atrações como mercados, Bird World, Borboletário entre outros. A volta é feita em teleférico, um dos maiores do mundo com 7,5km (1h30 de duração), com possibilidade de parada durante o trajeto para caminhada em passarelas de madeira. Retorno ao hotel e tarde livre. Pernoite em Cairns.

* Kuranda: É um pitoresco vilarejo escondido na floresta tropical ao Norte de Queensland e é acessível de trem ou teleférico. A vila é famosa pelos artesanatos, arte e artefatos indígenas, além dos incríveis atrativos como o Santuário das Borboletas, Jardim dos Coalas, Mundo das Aves entre outros.

 

9º dia – CAIRNS / AUCKLAND (C) – Traslado ao aeroporto de Cairns para embarque com destino à Auckland. Chegada à Auckland, recepção e traslado ao hotel. Restante do dia livre e pernoite.

* Auckland: É uma cidade moderna e cosmopolita, sendo a maior área metropolitana da Nova Zelândia com uma população de 1.4 milhão de habitantes. Auckland é conhecida na língua maori como Tamaki-Makau-Rau, “a donzela com uma centena de pretendentes”, pois era uma região cobiçada por muitas tribos. O nome ainda é válido, visto que estilo de vida de Auckland está classificado entre os melhores do mundo. Onde quer que esteja em Auckland, você nunca estará longe da água. Além disso, a cidade possui 48 cones vulcânicos espalhados por sua região, proporcionando vistas panorâmicas espetaculares da cidade.

 

10º dia – AUCKLAND (C) – Saída para visita ao Museu de Auckland e, em seguida, ao bairro de Parnell e Mission Bay. De volta ao centro da cidade, visita ao Viaduto de Auckland (Viaduct Harbour) e à Sky Tower. Continuação até a Costa Oeste, particularmente ao Parque Regional de Muriwai. Retorno ao hotel por volta das 14h00 e pernoite.

* Museu de Auckland: Compreende uma exposição de raros artefatos Maori e coleções de todas as Ilhas do Pacífico. Tem sessões sobre História da Nova Zelândia, sobre as Guerras, sobre os animais e a vida marinha e ainda atividades para crianças.

* Parnell: É considerado um dos bairros mais antigos de Auckland, pois data do início da colonização europeia de Auckland em 1841. À oeste do bairro está o Museu de Auckland, ao sul o Newmarket e ao norte a área comercial de St Georges Bay.

* Mission Bay: Bairro litorâneo de Auckland com bela praia de areia branca e uma orla vibrante com inúmeros cafés, restaurantes, bares. É a praia urbana mais acessível, a apenas 15 minutos do centro de Auckland.

* Viaduto de Auckland: Localizado no coração de Auckland, é uma área residencial de luxo, comercial e de entretenimento. Diversos bares e restaurantes se alinham na waterfront. A marina abriga desde iates e barcos a vela até embarcações comerciais.

* Sky Tower: É a maior estrutura construída da Nova Zelândia, com 328m de altura e oferece vista 360º de Auckland, com alcance de até 80km em todas as direções. É possível subir até uma altura de 192m e pisar sobre chão de vidro ou se aventurar no SkyJump, saltando dessa altura preso em um cabo até chegar ao solo.

* Parque Regional de Muriwai: Seu principal atrativo é a praia de areias negras. É muito popular para surfe e também onde geralmente habita uma colônia de gansos.

 

11º dia – AUCKLAND – MATAMATA – ROTORUA (C,A,J) – Saída sentido sul de Auckland, passando por Bombay Hills e através da região agrícola de Waikato, além da cidade histórica de Cambridge, com destino à Comarca de Hobbiton. Chegada ao Shire´s Rest, onde se inicia o passeio pelo set de filmagem de Hobbiton. Continuação até Matamata, onde haverá uma parada para almoço típico neozelandês. Chegada à Rotorua e acomodação no hotel. À tarde, visita à Te Puia, Reserva Termal e Centro Cultural Maori no Instituto Nacional de Arte e Artesanato da Nova Zelândia, onde funciona uma escola de entalhamento em madeira. Em seguida, demonstração de dança e música Maori com jantar típico. Retorno ao hotel e pernoite.

* Comarca de Hobbiton: Set de filmagem da trilogia “O Senhor dos Anéis” e “O Hobbit”. O set foi completamente reconstruído para O Hobbit e permanece como o visto em O Senhor dos Anéis.

* Matamata: Cidade rural da Nova Zelândia e está localizada próxima à base da cordilheira Kaimai. O local é conhecido pela reprodução de cavalos de corrida e pelo treinamento dos mesmos.

* Te Puia: É um centro de cultura Maori ainda viva, localizado a apenas 5 minutos do centro de Rotorua. Situada no Vale Geotermal Whakarewarewa, a área de 60 hectares de Te Puia abriga o Instituto de Artes Maori, o famoso gêiser Pohutu e mais de 500 pontos geotermais.

* Rotorua: Lugar da fascinante cultura Maori, fontes termais e piscinas de lama fervente. Rotorua é um lugar onde as forças turbulentas que formaram a Nova Zelândia são mais evidentes. Essa cidade, situada no Volcanic Plateau, tem um dos campos mais ativos de atividade geotérmica do mundo, está localizada justamente no Anel de Fogo do Pacífico. Rotorua é também lar do povo Te Arawa, que chegou a esse local há mais de 600 anos, e sua presença proporciona ao visitante inúmeras experiências culturais. Experimente um banquete hangi, preparado no solo fumegante, faça um passeio em uma autêntica vila m?ori pré-europeia ou presenteie-se com uma terapia de spa.

 

12º dia – ROTORUA / CHRISTCHURCH – LAKE TEKAPO (C) – Pela manhã, visita à reserva termal de Waimangu. Ao término, traslado ao aeroporto de Rotorua para embarque com destino à Christchurch. Chegada, recepção e traslado à região agrícola de Canterbury Plains. Visita a uma fazenda da região, para ver como é o trabalho em uma fazenda neozelandesa. Continuação até o Lake Tekapo para acomodação e pernoite.

* Waimangu: Extenso vale vulcânico com abundante atividade geotermal com florestas, lagos de águas cristalinas que estão próximos à cidade, em particular os lagos Azul e Verde.

* Christchurch: É a maior cidade da Ilha Sul da Nova Zelândia e a terceira área urbana mais populosa do país. O nome da cidade foi dado pela Associação de Canterbury, que fundou a província circundante de Canterbury. O nome Christchurch foi aceito na primeira reunião da Associação em 1848. Foi sugerido por John Robert Godley, quem frequentava Christ Church (Igreja de Cristo) em Oxford. Uma sequencia de fortes terremotos atingiu Christchurch entre 2010 e 2012. Um deles foi considerado um dos mais fortes já registrados em área urbana no mundo. A cidade sofreu grande destruição e ainda se recupera.

* Canterbury Plains: A planície de Canterbury cobre uma área de 240km por 70km, margeando o oceano Pacífico.

* Lake Tekapo: A pequena cidade leva o mesmo nome do lago. O lago cobre uma área de 83 km² e está a uma latitude de 700m acima do nível do mar. O lago é alimentado pelo norte pelo Rio Godley, que tem sua origem nos Alpes do Sul, ao norte.

 

13º dia – LAKE TEKAPO – WANAKA (C) – Pela manhã, visita ao Lake Tekapo. Saída para visita à vila de Mt Cook e pela região de MacKenzie Country. Continuação até Wanaka para acomodação e pernoite.

* Mt Cook: Ou Aoraki, é a mais alta montanha da Nova Zelândia, chegando a 3724m. Está nos Alpes do Sul, cordilheira que se estende pela Ilha Sul.

* Mackenzie Country: É uma bacia elíptica entre montanhas e é a maior desse tipo da Nova Zelândia. O faz referencia à James Mackenzie, um pastor e ladrão de ovelhas escocês que se estabeleceu na região por volta de 1850.

* Wanaka: Cidade na região de Otago, situada ao sul do Lago Wanaka. É, principalmente, um destino de veraneio, apesar de tanto o verão como o inverno serem temporadas. O lago cobre uma área de 193 km², tem 45km de extensão e águas cristalinas, ideal para pratica de esportes.

 

14º dia – WANAKA – QUEENSTOWN (C) – Manhã livre. Ao meio dia, saída com destino à Queenstown, passando pelo povoado mineiro de Arrowtown. Visita à “Bungy Bridge” (salto não incluso), onde se originou o esporte. Chegada à Queenstown e breve passeio pelo centro, incluindo subida no teleférico de Skyline até o Bob´s Peak. Traslado ao hotel e pernoite.

* Queenstown: É conhecida como a capital de aventura do mundo. Mais de 200 atividades de aventura estão à disposição, como esqui, snowboard, rafting, bungy jump, mountain bike, paraquedismo etc. Queenstown está às margens do Lago Wakatipu, um dos mais cênicos de Otago e da Nova Zelândia e é rodeada pelos Alpes do Sul, sendo a mais extraordinária cadeia de montanhas a The Remarkables. Na alta temporada a cidade pode ser bem cheia e agitada.

* Arrowtown: É uma cidade de mineração histórica. Durante o auge do ouro, a população de Arrowtown chegou a mais de 7000 pessoas e tornou-se o centro de uma grande municipalidade que englobava Macetown, Skippers e Bullendale (hoje cidades-fantasma). Arrowtown foi constituída vila em 1867 e passou a fazer parte do Distrito de Lagos de Queenstown na reorganização governamental em 1989. Apesar de ter crescido e se modernizado, ainda há prédios bem preservados usados por imigrantes europeus e chineses da época da mineração.

* Bungy Bridge: Acredita-se que o esporte foi originado em Vanuatu quando grupos de indivíduos jogavam-se de altas torres com apenas videiras amarradas aos seus pés. O esporte foi levado à Nova Zelândia e, com a construção da Ponte Kawarau de onde são realizados os saltos, nasceu o turismo de aventura na Nova Zelândia. A ponte está a 43m de altura do Rio Kawarau.

* Bob´s Peak: O teleférico que leva ao topo do Bob´s Peak é o mais inclinado do hemisfério sul, levando a 450m acima de Queenstown e do Lake Wakatipu. De cima é possível ver Coronet Peak ao norte e a cadeia de montanhas Remarkables a leste. Além das águas azuis do Lake Wakatipu, é possível ver os picos Cecil e Walter ao sudoeste.

 

15º dia – QUEENSTOWN – MILFORD SOUND – QUEENSTOWN (C,A) – Saída para passeio de dia inteiro à Milford Sound, viajando pelo Parque Nacional dos Fiordes. Um barco levará até o Mar da Tasmânia (travessia com almoço incluso). Retorno à Queenstown em ônibus ou opção de retornar em avião ou helicóptero (não incluso), sobrevoando cachoeiras, selva, costas, rios e vales até chegar à cidade (reserva feita somente localmente, pois depende das condições climáticas). Pernoite em Queenstown.
Obs: o passeio à Milford Sound está sujeito às condições climáticas. Caso seja cancelado, será oferecido o passeio Doubtful Sound, pagando um suplemento diretamente à empresa local Real Journeys e está sujeito à disponibilidade.

* Milford Sound: Descrita por Rudyard Kipling como a “oitava maravilha do mundo”, Milford Sound foi esculpido por glaciares durante a Era do Gelo. Milford Sound é de tirar o fôlego em qualquer clima. Os penhascos do fiorde crescem verticalmente das águas escuras, os picos das montanhas arranham os céus e as cachoeiras cascateiam para baixo, algumas com 1000m de altura. Quando chove em Milford Sound, e isso geralmente acontece, as cachoeiras dobram de volume com um efeito magnífico.

 

16º dia – QUEENSTOWN (C) – Dia livre para atividades opcionais. Pernoite em Queenstown.

SUGESTÃO: DART RIVER SAFARI
Saída de Queenstown com destino à Glenorchy. Embarque em veículo 4×4 até o coração do Parque Nacional Aspiring, Patrimônio da Humanidade pela UNESCO. Caminhada por florestas glaciares ancestrais e embarque em lancha a jato para passeio pelo Rio Dart, de águas cristalinas alimentada por glaciares.
Obs: levar roupa de frio, sapato confortável, óculos de sol, gorro, protetor solar, câmera fotográfica (sob sua responsabilidade).

 

17º dia – QUEENSTOWN – FRANZ JOSEF (C) – Saída pela manhã via Haast Pass até a região dos glaciares. Durante o percurso, breve parada no Glaciar Fox e no Lago Matheson. Chegada à Franz Josef e acomodação.

* Glaciar Fox: Nomeado em homenagem a Sir William Fox, Primeiro Ministro da Nova Zelândia de 1869 a 1872, o Glaciar Fox descreve tanto o glaciar como a vila próxima. Assim como seu gêmeo, o Franz Josef, o glaciar descende dos Alpes do Sul (Southern Alps) até a uma floresta temperada a apenas 300m acima do nível do mar. É possível fazer caminhadas no gelo, sobrevoos cênicos, visitar cavernas repletas de “glowworms” e aproveitar os cafés e restaurantes da cidade. Próximo do glaciar Fox está o Lago Matheson, um dos lagos mais fotografado na Nova Zelândia. Em um dia claro o lago reflete o Mt Cook.

* Lago Matheson: As águas do lago são de cor marrom escura e, em um dia calmo, cria a superfície refletiva ideal. A cor é resultado da lixiviação natural de material orgânico da vegetação nativa. As montanhas a leste estão perfeitamente posicionadas para refletirem no lago. O lago Matheson foi formado a mais de 14.000 anos atrás, quando o Glaciar Fox recuou do seu último maior avanço em direção ao mar e deixou uma depressão que depois foi preenchido com água.

* Franz Josef: O Glaciar foi inicialmente explorado em 1865 pelo geólogo Julius von Haast, que o nomeou em homenagem ao imperador Austríaco. O glaciar está a 5km da cidade de mesmo nome (com 330 habitantes) e uma caminhada de 20 minutos leva até sua face terminal. Há várias opções de caminhadas a partir do estacionamento. Se quiser ter mais contato com o glaciar, é possível contratar uma caminhada guiada sobre o gelo ou o heli-hike (helicóptero e caminhada). Sobrevoo cênico é outra opção.

 

18º dia – FRANZ JOSEF – GREYMOUTH – PUNAKAIKI (C) – Manhã livre para atividades opcionais como passeio pelo vale até o glaciar ou sobrevoo de helicóptero com caminhada no gelo ou apenas voo cênico (atividades não inclusas). À tarde, saída com destino à Punakaiki, passando por Greymouth e Hokitika. Chegando à Punakaiki, visita às Punakaiki Pancake Rocks (Rochas Panquecas – essa visita poderá ser realizada no dia seguinte pela manhã). Acomodação no hotel e pernoite.

* Greymouth: É a maior cidade na costa oeste da Ilha Sul da Nova Zelândia e está na foz do rio. A área tem uma história de mineração de ouro, que é retratada no museu local. A cervejaria local é uma fábula para a Nova Zelândia, recebe tours e tem sessões de degustação. Pela cidade encontra-se galerias especializadas em pounamu (jade neozelandesa).

* Hokitika: Foi inicialmente estabelecida em 1860, após o descobrimento do ouro na costa oeste. Era um importante porto fluvial, mas muitos navios se chocavam com o notório banco de areia Hokitika, que muda a cada maré. Há vários prédios históricos na cidade, galerias especializadas em jade, ouro, madeira e cerâmica proporcionando ótimas opções de souvenires.

* Punakaiki: A natureza começou seu trabalho de arte há 30 milhões de anos. Por milhares de anos, camadas alternadas de pequenas criaturas marinhas e areia foram enterradas e comprimidas no solo oceânico. Isso criou áreas com múltiplas camadas de calcário rígido e de arenito macio. Atividades sísmicas levantaram o solo oceânico e a ação do vento e da chuva começaram a erodir o arenito. O resultado são penhascos e ravinas com centenas de camadas horizontais, como enormes pilhas de panquecas.

 

19º dia – PUNAKAIKI – KAIKOURA (C) – Continuação da viagem pela costa oeste, passando pelo Lewis Pass e parada em Hanmer Springs, até chegar a Kaikoura, na costa leste. Chegada, acomodação e pernoite.

* Lewis Pass: Passo de montanha dos Alpes do Sul com elevação de 864m. É mais alto que o Haast Pass, mas um pouco mais baixo que o Arthur´s Pass. Foi nomeado em homenagem a Henry Lewis quem, juntamente com Christopher Maling, foi o primeiro europeu a descobrir o passo em abril de 1860.

* Hanmer Springs: Muito conhecida por suas piscinas termais naturais e belas paisagens, é uma pitoresca vila alpina a 90 minutos de carro de Christchurch. Hanmar Springs é atrativa o ano todo para prática de atividades de aventura ou para relaxar.

* Kaikoura: É uma base para experiências com vida selvagem de todos os tipos – é também um ótimo local para comer lagosta (na língua Maori “kai” significa comida e “koura” lagosta). O especial de Kaikoura são os mamíferos marinhos – baleias, focas e golfinhos vivem permanentemente na costa.

 

20º dia – KAIKOURA – CHRISTCHURCH (C) – Pela manhã, passeio de barco para ver baleias (passeio sujeito às condições climáticas). Saída com destino à Christchurch. Chegada, breve introdução à cidade e check-in no hotel. Pernoite em Christchurch.

 

21º dia – CHRISTCHURCH (C) – Traslado ao aeroporto de Christchurch.

Consulte nosso atendimento para informações sobre serviços adicionais (noite extra, passeios opcionais, traslados).

 

O ROTEIRO PODERÁ SER ALTERADO DE ACORDO COM CONDIÇÕES CLIMÁTICAS E/OU POR MOTIVOS ALHEIOS A NOSSA VONTADE.

 

Inclui

– traslados privativos compartilhados para nossos clientes aeroporto/hotel em Sydney, hotel/aeroporto em Cairns, aeroporto/hotel em Auckland e hotel/aeroporto em Christchurch com motorista falando inglês (restante dos traslados com o grupo);
– hospedagem com café da manhã;
– todos os passeios citados em serviço regular com acompanhamento de guia falando espanhol, taxas e transporte quando necessário;
– refeições mencionadas no roteiro;
– seguro viagem.

 

 

Não Inclui:

– Imposto de renda referente a remessas ao exterior (Deve ser pago juntamente com a entrada da viagem);
– passagem aérea com cias locais Sydney/Ayers Rock + Alice Springs/Cairns/Auckland + Rotorua/Christchurch/Auckland inclusive taxas de embarque;
– visto de entrada na Austrália;
– refeições e bebidas não mencionadas;
– despesas pessoais;
– qualquer outro item não mencionado como incluso.

Valores

Parte Terrestre a partir de Sydney

Preços por Pessoa em US$

Hospedagens Triplo Duplo Single CHD
Saídas de Agosto a Setembro 2017 8.010,00 8.240,00 10.560,00
Saídas de Janeiro 2018 8.220,00 8.490,00 11.000,00
Saídas de Fevereiro a Março 2018 8.280,00 8.550,00 11.140,00
Saídas de Outubro a Novembro 2017 8.280,00 8.550,00 11.140,00

Serviços adicionais

Preços por Pessoa em US$

Descrição Triplo Duplo Single CHD
Passeio – Sydney – Bridge Climb 265,00 265,00 265,00
Passeio – Queenstwon – Dart River Safari 200,00 200,00 200,00
Voos Internos – SYD/AYQ//ASP/CNS/AKL//ROT/CHC 1.115,00 1.115,00 1.115,00
Voos Internos – CHC/AKL 70,00 70,00 70,00
Passeio – Sydney – Blue Mountains 230,00 230,00 230,00


* PARTE AÉREA – CONSULTE NOSSO ATENDIMENTO. Os valores de bilhetes aéreos estão sujeitos a variações diárias e à disponibilidade de lugares. Eles são garantidos somente no ato da emissão da passagem aérea, conforme as regras de cada cia aérea. Preços por pessoa válidos para as saídas mencionadas neste roteiro. Preços sujeitos a alteração sem aviso prévio. Preços calculados para saídas com mínimo de 2 pessoas (considerando grupo local e não somente nossos clientes). Todos os preços serão convertidos para o Real utilizando câmbio do dia do pagamento.

 

 

 

Hospedagem

4* – The Grace Hotel – www.gracehotel.com.au
Horário de check-in às 15h00 e check-out às 11h00.AYERS ROCK:
4* – Desert Gardens Hotel – www.ayersrockresort.com.au/accommodation/desert-gardens-hotel
Horário de check-in às 15h00 e check-out às 10h00.ALICE SPRINGS:
3,5* – Chifley Alice Springs Resort – www.silverneedlehotels.com/chifley/alice-springs
Horário de check-in às 14h00 e check-out às 10h00.CAIRNS:
4* – Pacific Hotel – www.pacifichotelcairns.com
Horário de check-in às 14h00 e check-out às 11h00.

AUCKLAND
4.5 * – Grand Millennium Auckland – www.millenniumhotels.com/en/auckland
Horário de check-in às 15h00 e check-out às 11h00.

ROTORUA
4* – Millennium Hotel – www.millenniumhotels.co.nz/millenniumrotorua
Horário de check-in às 14h00 e check-out às 10h00.

LAKE TEKAPO
4* – Peppers Bluewater Resort – www.peppers.co.nz/bluewater
Horário de check-in às 14h00 e check-out às 10h00.

WANAKA
4* – Edgewater Resort – www.edgewater.co.nz
Horário de check-in às 14h00 e check-out às 11h00.

QUEENSTOWN
4* – Copthorne Hotel & Resort Lakefront – www.millenniumhotels.co.nz/copthornequeenstownlakefront
Horário de check-in às 14h00 e check-out às 10h00.

FRANZ JOSEF
3.5* – Scenic Hotel Franz Josef Glacier – www.scenichotels.co.nz/hotels/scenic-hotel-franz-josef-glacier
Horário de check-in às 14h00 e check-out às 10h00.

PUNAKAIKI
3.5* – Punakaiki Resort – www.williamshotels.co.nz/Punakaiki
Horário de check-in às 14h00 e check-out às 10h00.

KAIKOURA
3* – Gateway Motor Lodge – www.kaikouragateway.co.nz
Horário de check-in às 14h00 e check-out às 10h00.

CHRISTCHURCH
4* – Rendezvous Hotel Christchurch – www.tfehotels.com/brands/rendezvous-hotels/rendezvous-hotel-christchurch
Horário de check-in às 14h00 e check-out às 11h00.

*** Os hotéis poderão sem alterados para categoria similar sem aviso prévio.

Transporte

Trechos aéreos São Paulo/Sydney e Auckland/São Paulo:

LAN – Horários (Guarulhos/Santiago – 09h05/13h30 + Santiago/Sydney – 14h30/17h45 e Auckland/Santiago – 10h00/14h15 + Santiago/Guarulhos – 16h50/20h35)
*Franquia: 2 bagagens com 23 kg cada uma por pessoa, além de 1 mala de mão com 8kg em classe econômica.

Trechos aéreos Sydney / Ayers Rock + Alice Springs / Cairns / Auckland + Rotorua / Christchurch / Auckland

VIRGIN – Horários (Inverno: Sydney/Ayers Rock – 10h05/13h15; Verão: Sydney/Ayers Rock – 09h55/12h00) e (Cairns/Brisbane – 12h45/14h55 e Brisbane/Auckland – 18h10/23h15)
* Franquia: 1 bagagem com 23kg por pessoa, além de 1 mala de mão com 7kg.

QANTAS – Horários (Inverno: Alice Springs/Cairns – 18h00/20h35; Verão: Alice Springs/Cairns – 17h25/20h05)
* Franquia: 1 bagagem com 23kg por pessoa, além de 1 mala de mão com 7kg.

AIR NEW ZEALAND – Horários (Rotorua/Christchurch – 12h25/14h15; Christchurch/Auckland – 12h20/13h40)
* Franquia: 1 bagagem com 23kg por pessoa, além de 1 mala de mão com 7kg.

 

 

Seguro

Seguro Saúde/Viagem da Intermac Assistance, plano Green, durante o período da viagem.

 

Informações Úteis

Documentos necessários para embarque: Passaporte com validade mínima de 6 meses contados a partir da data de chegada no país, com mínimo de 3 folhas em branco, lado a lado (ainda assim alguns países exigem um maior número de folhas em branco).
Vacinas necessárias: É obrigatória a apresentação do cartão de vacinação internacional contra a febre amarela. A vacina deve ser tomada com pelo menos 10 dias de antecedência da data de saída da viagem. Para quem viaja para áreas com incidência de malária, recomendamos solicitar medicação profilática ao seu médico. Como as vacinas podem causar reações, consulte o seu médico antes de se vacinar.
Vistos: Brasileiros precisam de visto para visitar a Austrália. O portador de passaporte Brasileiro pode requerer eletronicamente. Para mais informações, consulte www.border.gov.au/Trav/Visa-1.
Brasileiros não precisam tirar visto antecipado para visitar a Nova Zelândia, mas na chegada é necessário apresentar os seguintes documentos:
– Passaporte (para brasileiros, válido até no mínimo um mês meses após a data de partida da Nova Zelândia);
– Bilhete de retorno ou saída com data prevista para o período de até três meses após a data de chegada à Nova Zelândia com destino a um país que se tenha o direito de entrar;
– Cartão de desembarque devidamente preenchido;
– comprovante de recursos financeiros para se manter na Nova Zelândia durante a estadia (NZ$1000 por mês e por pessoa – dinheiro em espécie, traveller´s cheque e cartão de crédito).
– Caso o alojamento já tenha sido pago, quatrocentos dólares neozelandeses (NZ$ 400,00) por mês, por pessoa, e comprovação de pagamento;
– Comprovante de reserva de hotel no país;
A permanência máxima é de até 3 meses, podendo ser renovado por até 9 meses.
Mais informações em: https://mfat.govt.nz
*** Não nos responsabilizamos pela obtenção do visto. A autorização ou não autorização para entrada no país é determinada pelos órgãos responsáveis, ficando a critério dos mesmos a aceitação ou não da sua documentação.

 

 

Formas de pagamento

Parcelamento em cheques: 5 x sem juros
(Não aceitamos cheques de terceiros ou de pessoa jurídica; Não aceitamos cheques de contas com menos de 6 meses da abertura)

Parcelamento em cartão de crédito:
Visa ou Mastercard: 40% entrada em cheque ou dinheiro + 3 parcelas iguais no cartão
Amex: 40% entrada em cheque ou dinheiro + 2 parcelas iguais no cartão
*cartões devem ser de pessoa física e emitidos no Brasil.
*a primeira parcela do cartão será debitada na data da sua próxima fatura.

 

 

 

Austrália e Nova Zelândia Completo (Regular Espanhol) – Outubro a Março 2017 (V)