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Embarque no Aeroporto Internacional de São Paulo (Guarulhos) em voo direto da South African Airways (SA 223 – 17h05), com destino a Johannesburg. Noite a bordo.
Chegada a Johannesburg às 07h05, em uma cidade que, apesar de não ser capital política, é o verdadeiro motor econômico do país e uma das maiores metrópoles do continente africano. Fundada no final do século XIX após a descoberta de ouro, Johannesburg cresceu rapidamente como uma cidade de mineração — e essa origem ajuda a explicar tanto sua riqueza quanto suas desigualdades. Considerando o horário de chegada do voo e o período necessário até a liberação dos apartamentos no hotel, organizamos já neste primeiro dia uma atividade leve e extremamente enriquecedora, transformando esse intervalo em uma experiência cultural significativa, sem sobrecarregar o ritmo da viagem. Seguimos diretamente para Soweto (South Western Townships), um dos lugares mais emblemáticos da história sul-africana. Mais do que um bairro, Soweto é um símbolo de resistência e transformação. Caminhamos por Vilakazi Street, a única rua do mundo onde viveram dois ganhadores do Prêmio Nobel da Paz: Nelson Mandela e Desmond Tutu. Observamos a antiga casa de Mandela (visita externa) e aprofundamos a compreensão sobre o apartheid — sistema de segregação racial que moldou profundamente a sociedade sul-africana até o início dos anos 1990. Mais do que uma visita histórica, essa é uma introdução sensível ao país que estamos prestes a explorar, oferecendo contexto e significado desde o primeiro dia. Ao final do passeio, seguimos para o hotel para check-in e descanso.
Seguimos por estrada asfaltada até o Pilanesberg National Park, localizado em uma rara formação geológica: uma antiga cratera vulcânica com mais de um bilhão de anos. Essa origem confere ao parque uma diversidade de paisagens e habitats, favorecendo a presença de uma rica fauna. Chegada ao lodge por volta do horário do almoço, com tempo para acomodação e uma breve pausa após o deslocamento. No período da tarde, por volta das 15h30, iniciamos nosso primeiro safári em veículo 4×4 aberto, já acompanhando o ritmo natural da vida selvagem. À medida que a temperatura começa a cair, os animais retomam sua atividade, oferecendo excelentes oportunidades de observação. Mais do que avistar espécies, o safári é uma experiência de interpretação da natureza — rastros no solo, sons ao longe e movimentos quase imperceptíveis passam a fazer parte da leitura do ambiente. O parque abriga os chamados “Big Five” — leão, leopardo, elefante, rinoceronte e búfalo — hoje símbolos da conservação africana.
O dia começa por volta das 08h00, horário estratégico no período do inverno sul-africano, quando a atividade dos animais se intensifica com o aquecimento gradual do ambiente. A luz suave da manhã, o silêncio da savana e os primeiros movimentos da fauna criam uma atmosfera única, muitas vezes revelando comportamentos que passam despercebidos em outros momentos do dia. Retorno ao lodge para café da manhã e tempo livre para descanso, contemplação ou aproveitamento das instalações.
À tarde, por volta das 15h30, saímos novamente para o safári, aproveitando o chamado “horário dourado”, quando a luz valoriza a paisagem e a fauna volta a se movimentar, especialmente os predadores. A experiência do safári é cumulativa: cada saída amplia a compreensão do ecossistema e aumenta as chances de encontros marcantes. Curiosamente, muitos dos animais do Pilanesberg foram reintroduzidos ao longo de um dos maiores projetos de conservação da África nas décadas de 1970 e 1980, transformando a região em um dos parques mais bem-sucedidos do país.
Pela manhã, realizamos nosso último safári, novamente por volta das 08h00, aproveitando as primeiras horas do dia para uma despedida da savana e suas paisagens. Após o retorno ao lodge e café da manhã, seguimos em traslado rodoviário até Johannesburg, em um percurso de aproximadamente 2h30. Chegada ao aeroporto e embarque com destino à Cidade do Cabo em voo da South African Airways (SA 359 – 17h30 / 19h45). A chegada à Cidade do Cabo marca uma mudança completa de cenário: deixamos o interior do país para encontrar uma cidade onde montanhas, oceanos e influência europeia se combinam de forma singular, inaugurando uma nova etapa da viagem.
Após o café da manhã, saída para um tour panorâmico pela Cidade do Cabo, considerada uma das cidades mais belas e historicamente fascinantes do mundo. Fundada em 1652 pelos holandeses como ponto estratégico de abastecimento na rota das Índias, Cape Town foi, durante séculos, uma das principais portas de entrada para navegadores europeus. Portugueses, holandeses e britânicos deixaram suas marcas — não apenas na arquitetura, mas na própria identidade cultural da região. Percorremos o centro histórico, passando pelo Castelo da Boa Esperança, a construção colonial mais antiga do país, pelo Grand Parade e o City Hall, onde Nelson Mandela fez seu primeiro discurso após décadas de prisão. Visitamos ainda o Distrito Seis, hoje um espaço de memória que simboliza as remoções forçadas durante o apartheid. Seguimos pelos Company Gardens, criados no século XVII para abastecer as embarcações da Companhia Holandesa das Índias Orientais — um verdadeiro oásis verde que remonta às origens da cidade. No bairro de Bo-Kaap, as casas coloridas revelam a herança da comunidade malaia, trazida como mão de obra durante o período colonial. Suas tradições, culinária e religião seguem vivas, compondo uma das expressões culturais mais autênticas do país. O grande destaque do dia é a subida à Table Mountain, uma formação geológica com cerca de 600 milhões de anos, cuja imponência define o horizonte da cidade. Do alto, a vista de 360° revela a interação única entre montanhas, oceano e urbanização. Curiosamente, os ventos fortes que frequentemente envolvem a montanha deram origem a uma das lendas mais conhecidas da região: a de que o “toalha de mesa” de nuvens seria resultado de um duelo entre um pirata e o próprio diabo.
Nota: ingresso do teleférico não incluído. Em caso de condições climáticas adversas, visitaremos Signal Hill.
Hoje percorremos uma das rotas cênicas mais espetaculares do planeta, acompanhando a costa atlântica rumo ao extremo sudoeste do continente africano. Seguimos por praias de areia branca e falésias dramáticas até Hout Bay, onde embarcamos para visita à ilha das focas — uma experiência que revela a rica vida marinha da região. A partir daí, avançamos pela lendária Chapman’s Peak Drive, com seus 9 km e mais de 100 curvas esculpidas na rocha, considerada uma das estradas mais bonitas do mundo. Chegamos então ao Cape Point e ao Cabo da Boa Esperança, locais carregados de simbolismo histórico. Foi nesta região que navegadores portugueses, como Bartolomeu Dias, enfrentaram mares desconhecidos e redefiniram as rotas marítimas globais. A região também é cercada por histórias e lendas, como a do Flying Dutchman, o navio fantasma condenado a vagar eternamente por essas águas após desafiar uma tempestade. Até hoje, marinheiros relatam avistamentos misteriosos — reforçando o caráter mítico desse trecho do litoral africano. Embora o encontro oficial entre os oceanos Atlântico e Índico ocorra no Cabo Agulhas, é aqui que, simbolicamente, essa fusão ganhou força no imaginário coletivo. Após almoço incluído, seguimos para Boulders Beach, onde uma colônia de pinguins africanos — espécie única do continente — vive protegida entre formações rochosas e águas frias.
Saída para um dia dedicado à região das Winelands, onde tradição europeia e identidade africana se encontram de forma elegante. A história do vinho na África do Sul remonta ao século XVII, quando colonizadores holandeses iniciaram o cultivo de uvas na região. Mais tarde, os huguenotes franceses trouxeram técnicas que elevaram a qualidade da produção, consolidando a região como uma das mais importantes do Novo Mundo. Visitamos Stellenbosch, a segunda cidade mais antiga do país, com sua arquitetura Cape Dutch e ruas arborizadas, que parecem preservar o tempo. Seguimos até Franschhoek, o “canto francês”, onde a influência europeia se manifesta na gastronomia, nas vinícolas e na atmosfera sofisticada. Ao longo do dia, realizamos degustações em vinícolas selecionadas, explorando não apenas os sabores, mas também as histórias por trás de cada rótulo. Um destaque especial é a uva Pinotage, criada na África do Sul a partir do cruzamento entre Pinot Noir e Cinsault — um símbolo da identidade vinícola do país, que traduz inovação e tradição em um único vinho. Almoço incluído em restaurante local (bebidas não incluídas).
Em horário apropriado, traslado ao aeroporto para embarque de retorno ao Brasil em voo direto da South African Airways (SA 226 – 12h50 / 16h45), com chegada ao Aeroporto Internacional de São Paulo (Guarulhos). ATÉ SUA PRÓXIMA JORNADA!
HOSPEDAGEM PREVISTA
PARTE AÉREA PREVISTA (Não incluida)
| VOO | SAÍDA | CHEGADA | DE | PARA |
| SA 223
SA 359 SA 226 |
17/08/2026 – 17:05
21/08/2026 – 17:30 25/08/2026 – 12:50 |
18/08/2026 – 07:05
21/08/2026 – 19:45 25/08/2026 – 16:45 |
São Paulo – GRU
Johannesburg – JNB Cidade do Cabo – CPT |
Johannesburg – JNB
Cidade do Cabo – CPT São Paulo – GRU |
CONECTIVIDADE INTELIGENTE E CONFORTO NA JORNADA
Um dos grandes diferenciais deste roteiro está na escolha da malha aérea. Operamos com os voos diretos da South African Airways, conectando São Paulo a Johannesburg na ida e Cidade do Cabo a São Paulo no retorno. Essa decisão elimina conexões, reduz o desgaste da viagem e proporciona uma experiência muito mais fluida — especialmente importante para quem está viajando à África pela primeira vez. Além do ganho em conforto, há também uma otimização significativa do tempo, permitindo aproveitar melhor cada etapa do roteiro desde o primeiro dia.
EXPERIÊNCIA DE SAFÁRI NO PILANESBERG
Nossa experiência de safári foi cuidadosamente estruturada para maximizar as chances de avistamento e proporcionar uma imersão gradual no ritmo da vida selvagem africana. Os safáris são realizados no início da manhã e ao entardecer, acompanhando o ritmo natural da fauna. No período da nossa viagem, as saídas acontecem por volta das 08h00 e 15h30, com duração aproximada de três horas, proporcionando excelentes condições de observação e fotografia. No primeiro dia, após a chegada ao lodge, iniciamos com um safári no período da tarde, momento em que a luz começa a suavizar e os animais voltam a se movimentar, marcando nosso primeiro contato com a savana. No dia seguinte, vivenciamos o parque em sua plenitude, com duas saídas: ao amanhecer — considerado o horário mais especial do safári, quando a natureza desperta — e no final da tarde, quando a atividade animal se intensifica novamente. Essa combinação permite observar diferentes comportamentos e ampliar significativamente as oportunidades de encontros com a fauna local. No terceiro dia, realizamos um último safári ao amanhecer, aproveitando as primeiras horas de luz para uma despedida marcante da reserva. Após o café da manhã, seguimos em traslado de retorno a Johannesburg para embarque no voo com destino à próxima etapa da viagem.
DESTAQUES DA EXPERIÊNCIA
POR QUE ESTE ROTEIRO É IDEAL PARA A SUA PRIMEIRA VIAGEM À ÁFRICA SUB-SAARIANA
Viajar pela África pela primeira vez exige curadoria, equilíbrio e previsibilidade. Este roteiro foi cuidadosamente desenhado para oferecer exatamente isso, combinando segurança operacional, diversidade de experiências e ritmo adequado.
✔ Logística simples e eficiente
Sem deslocamentos complexos ou longas conexões, o itinerário privilegia voos diretos e trajetos bem planejados, reduzindo o cansaço e aumentando o aproveitamento da viagem.
✔ Introdução completa ao continente
Em poucos dias, o viajante tem contato com diferentes “Áfricas”:
✔ Safári acessível e de alto rendimento
O Pilanesberg National Park oferece excelente densidade de fauna, com alta probabilidade de avistamentos, sem a necessidade de deslocamentos longos ou logística complexa — ideal para uma primeira experiência.
✔ Ritmo confortável e bem distribuído
Pensado para o público sênior, o roteiro alterna atividades e momentos de descanso, evitando excessos e proporcionando uma viagem prazerosa do início ao fim.
✔ Infraestrutura e segurança
Todos os destinos selecionados contam com ótima estrutura turística, bons acessos e serviços de qualidade, garantindo tranquilidade durante toda a jornada.
✔ Experiências icônicas em um único roteiro
Table Mountain, Cabo da Boa Esperança, Winelands e safári africano — reunimos alguns dos maiores ícones do continente em uma única viagem, sem correria.
PARA QUEM É ESTA VIAGEM
Este roteiro é ideal para viajantes que:
DETALHES QUE FAZEM A DIFERENÇA
Acompanhamento de guia brasileiro desde o embarque no Brasil até o retorno, garantindo suporte contínuo, tranquilidade e uma experiência muito mais segura — especialmente importante em uma primeira viagem ao continente africano.
DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA
CLIMA E MELHOR ÉPOCA (AGOSTO)
MOEDA E GASTOS
SEGURANÇA
A África do Sul possui boa infraestrutura turística, mas, como em qualquer grande destino internacional, recomenda-se atenção básica:
O QUE LEVAR
TELEFONIA E INTERNET
EXPERIÊNCIA GASTRONÔMICA
A culinária sul-africana reflete a diversidade cultural do país:
Consulte-nos
Grupo – África do Sul: Entre Safáris e Oceanos 2026 (OIK) 08/26